Já estamos na 8º geração dos processadores, segundo o que dizem especialistas como Gabriel Torres e Tanenbaum, o que fica cada vez mais claro é que o rumo dos processadores é sempre a busca por maior velocidade de processamento, seja aumentando a quantidade de resistores e com isso seu desempenho ou multiplicando seu núcleo.
Reduzimos o consumo de energia e com isso o fator de dissipação, criamos processadores que se alto resfriam e tecnologias que melhoram o desempenho entre memória e processador conhecida como Dual Channel, mas acredito cada vez mais que, caminhamos rumo ao desconhecido.
A plataforma baseada em CISC nasceu e desde então vem sendo aprimorada e ainda dominam o grupo de microcomputadores e superam as Workstations RISC. Os processadores CISC, que significa Complex Instruction Set Computer, que tem como função a lógica para a maioria das instruções, com exceção das mais guardadas é feita com base no micro código do processador. Comparado aos processadores RISC, os chips CISC são caracterizados por possuir conjuntos maiores de instruções, implicando num processador, mas complexo, com ciclo de processamento mais lento.
De acordo com a chamada Lei de Moore, feita por Gordon Moore em 1965, co-fundador da Intel, previa-se que o número de transistores de um circuito elétrico de um processador aumentaria a cada 18 meses. Realmente essa teoria é verdadeira até um tempo atrás, mas isso acabou porque a Intel produziu a tecnologia Hyper-Threading que significa Hiperencadeamento, que está incorporado no processador Pentium 4.
Já temos os computadores de núcleo duplo ou até quádruplos e agora partimos para teste com Arquitetura de Processadores com Paralelismo de Threads. E agora em que podemos nos basear?
