Windows de 32 e 64 bits! Perguntas frequentes.

Posted by Wenderson Buzim | Sistemas | domingo 21 fevereiro 2010 1:47 am

Veja aqui respostas para algumas dúvidas comuns sobre as versões de 32 bits e 64 bits do Windows.

Qual é a diferença entre as versões de 32 bits e de 64 bits do Windows?
Os termos 32 bits e 64 bits se referem à maneira como o processador de um computador (também chamado de CPU) processa informações. A versão de 64 bits do Windows  processa grandes quantidades de RAM (memória de acesso aleatório) com maior eficácia do que um sistema de 32 bits.

Como saber se meu computador está executando a versão de 32 ou de 64 bits Windows?
Para verificar se o computador está executando uma versão de 32 ou de 64 bits do Windows, faça o seguinte:
1- Para abrir Sistema, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, Sistema e Segurança e Sistema.
2- Em Sistema, é possível exibir o tipo de sistema.

Meu computador pode executar uma versão de 64 bits do Windows?
Para executar uma versão de 64 bits do Windows, o computador deve ter um processador compatível com 64 bits. Se você não tem certeza se seu processador é compatível com 64 bits, faça o seguinte:
1- Para abrir Informações e Ferramentas de Desempenho, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite Informações e Ferramentas de Desempenho e, na lista de resultados, clique em Informações e Ferramentas de Desempenho.
2- Clique em Exibir e imprimir informações detalhadas do sistema e de desempenho.
3- Na seção Sistema, você pode ver que tipo de sistema operacional está em execução em Tipo de sistema e se é possível ou não executar uma versão de 64 bits do Windows em um processador compatível com 64 bits. (Se o computador já estiver executando uma versão de 64 bits do Windows, você não verá a listagem dos que são compatíveis com 64 bits.)

Posso atualizar de uma versão de 32 bits do Windows para uma versão de 64 bits do Windows?
Não. Se você estiver executando uma versão de 32 bits do Windows, só poderá atualizar para outra versão de 32 bits do Windows. Da mesma maneira, se você estiver executando uma versão de 64 bits do Windows, só poderá atualizar para outra versão de 64 bits do Windows.
Para mudar da versão de 32 bits do Windows para a versão de 64 bits do Windows, faça backup dos arquivos e realize uma instalação Personalizada da versão de 64 bits do Windows.

Posso executar programas de 32 bits em computador de 64 bits?
Muitos programas desenvolvidos para um computador que executa uma versão de 32 bits do Windows funcionarão em um computador que executa versões de 64 bits do Windows. Exceções notáveis são vários programas antivírus e alguns drivers de hardware.
Os drivers para versões de 32 bits do Windows não funcionam em computadores que executam uma versão de 64 bits do Windows. Se você estiver tentando instalar uma impressora ou outro dispositivo que somente tenha drivers de 32 bits disponíveis, ela não funcionará corretamente em uma versão de 64 bits do Windows. Para obter informações sobre como atualizar drivers e solucionar problemas relativos a drivers de dispositivos das versões de 64 bits do Windows, contate o fabricante do dispositivo ou do programa.

Qual é o benefício de usar um computador de 64 bits?
Os benefícios são mais aparentes quando você tem uma grande quantidade RAM (memória de acesso aleatório) no computador, normalmente 4 GB de RAM ou mais. Nesses casos, como um sistema operacional de 64 bits pode processar grandes quantidades de memória com mais eficácia do que um de 32 bits, o sistema de 64 bits poderá responder melhor ao executar vários programas ao mesmo tempo e alternar entre eles com frequência.

Se estiver executando uma versão de 64 bits do Windows, precisarei de drivers de 64 bits para meus dispositivos?
Sim. Todos os dispositivos de hardware precisam de drivers de 64 bits para funcionar em uma versão de 64 bits do Windows. Os drivers para versões de 32 bits do Windows  não funcionam em computadores que executam versões de 64 bits do Windows.

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Firefox ainda mais rápido? como? Com SpeedyFox!

Posted by thiago | Novidades | sábado 20 fevereiro 2010 11:54 pm

Você acha que seu firefox está meio ‘paradinho’? Lento tipo Internet Explorer? que tal dar uma tunada nele? isso mesmo, o que já é rapido, agora pode ser mais rápido ainda! o nome do programinha é SpeedyFox, ele promete tirar alguns bugs do seu firefox e deixar o navegador limpo sem arquivos antigos e desnecessários.

Ninguém discorda que o Firefox se destaca no mercado dos browsers devido ao grande acervo de complementos, temas e plugins, além da segurança e rapidez que dão identidade ao melhor navegador da web. Vale lembrar que às vezes o problema na lentidão do Firefox não está relacionado exclusivamente ao navegador. Falta de memória, processadores desgastados, fontes e coolers errados ou insuficientes, podem ser os responsáveis pela lentidão do seu sistema. Desta forma, antes de acelerar apenas um programa, preste atenção no seu computador como um todo.

Basta baixar esse programinha, e executar ele com o firefox fechado, e clicar em speed up my firefox; e pronto! abra seu navegador e teste usando os sites que você mais costuma freqüentar, e sinta se houve diferença.

>>Download SpeedyFox

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Compartilhe arquivos na internet via p2p com segurança e praticidade

Posted by thiago | Atualizações,Gratuitos,Áudio e Vídeo | quarta-feira 17 fevereiro 2010 8:12 pm

Shareaza, um dos melhores e mais usados da internet, por ter uma interface que o usuário se adapta facilmente acaba de ser melhorado, ganhando nova versão, a 2.5.2.0, sendo um programa gratuito e livre, onde você pode fazer quaisquer tipos de modificações nas skins ou até mesmo no mecanismo do programa, personalizando ele ao máximo de acordo com sua conexão e seu micro.

A facilidade de uso não é nada comparada à eficiência do programa, ele se conecta às redes mais populares de p2p, tais como; eDonkey2000 (ou ed2k) que é utilizada pelo eMule; BitTorrent, Gnutella 1, que são utilizadas pelo utilizada pelo LimeWire;  e Gnutella 2 que é padrão do Shareaza. Devido a isso, as buscas são realizadas mais rapidamente e retornam uma vasta quantidade de resultados, busque mp3, vídeos-clipes, filmes, jogos, programas, etc… tendo também suporte a torrents.

>>Baixe agora mesmo este cliente p2p. (Roda em todos Windows)

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Informações importantes sobre memória ROM e memória RAM.

Posted by Wenderson Buzim | Computador | quarta-feira 17 fevereiro 2010 1:20 pm

Introdução

No que se refere ao hardware dos computadores, entendemos como memória os dispositivos que armazenam os dados com os quais o processador trabalha. Há, essencialmente, duas categorias de memórias: ROM (Read-Only Memory), que permite apenas a leitura dos dados e não perde informação na ausência de energia; e RAM (Random-Access Memory), que permite ao processador tanto a leitura quanto a gravação de dados e perde informação quando não há alimentação elétrica. Neste artigo, veremos os principais tipos de memórias ROM e RAM.

Memória ROM

As memórias ROM (Read-Only Memory – Memória Somente de Leitura) recebem esse nome porque os dados são gravados nelas apenas uma vez. Depois disso, essas informações não podem ser apagadas ou alteradas, apenas lidas pelo computador, exceto por meio de procedimentos especiais. Outra característica das memórias ROM é que elas são do tipo não voláteis, isto é, os dados gravados não são perdidos na ausência de energia elétrica ao dispositivo. Eis os principais tipos de memória ROM:

- PROM (Programmable Read-Only Memory): esse é um dos primeiros tipos de memória ROM. A gravação de dados neste tipo é realizada por meio de aparelhos que trabalham através de uma reação física com elementos elétricos. Uma vez que isso ocorre, os dados gravados na memória PROM não podem ser apagados ou alterados;

- EPROM (Erasable Programmable Read-Only Memory): as memórias EPROM têm como principal característica a capacidade de permitir que dados sejam regravados no dispositivo. Isso é feito com o auxílio de um componente que emite luz ultravioleta. Nesse processo, os dados gravados precisam ser apagados por completo. Somente depois disso é que uma nova gravação pode ser feita;

- EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory): este tipo de memória ROM também permite a regravação de dados, no entanto, ao contrário do que acontece com as memórias EPROM, os processos para apagar e gravar dados são feitos eletricamente, fazendo com que não seja necessário mover o dispositivo de seu lugar para um aparelho especial para que a regravação ocorra;

- EAROM (Electrically-Alterable Programmable Read-Only Memory): as memórias EAROM podem ser vistas como um tipo de EEPROM. Sua principal característica é o fato de que os dados gravados podem ser alterados aos poucos, razão pela qual esse tipo é geralmente utilizado em aplicações que exigem apenas reescrita parcial de informações;

- Flash: as memórias Flash também podem ser vistas como um tipo de EEPROM, no entanto, o processo de gravação (e regravação) é muito mais rápido. Além disso, memórias Flash são mais duráveis e podem guardar um volume elevado de dados.

- CD-ROM, DVD-ROM e afins: essa é uma categoria de discos ópticos onde os dados são gravados apenas uma vez, seja de fábrica, como os CDs de músicas, ou com dados próprios do usuário, quando o próprio efetua a gravação. Há também uma categoria que pode ser comparada ao tipo EEPROM, pois permite a regravação de dados: CD-RW e DVD-RW e afins.

Memória RAM

As memórias RAM (Random-Access Memory – Memória de Acesso Aleatório) constituem uma das partes mais importantes dos computadores, pois são nelas que o processador armazena os dados com os quais está lidando. Esse tipo de memória tem um processo de gravação de dados extremamente rápido, se comparado aos vários tipos de memória ROM. No entanto, as informações gravadas se perdem quando não há mais energia elétrica, isto é, quando o computador é desligado, sendo, portanto, um tipo de memória volátil.

Há dois tipos de tecnologia de memória RAM que são muitos utilizados: estático e dinâmico, isto é, SRAM e DRAM, respectivamente. Há também um tipo mais recente chamado de MRAM. Eis uma breve explicação de cada tipo:

- SRAM (Static Random-Access Memory – RAM Estática): esse tipo é muito mais rápido que as memórias DRAM, porém armazena menos dados e possui preço elevado se considerarmos o custo por megabyte. Memórias SRAM costumam ser utilizadas como cache.

- DRAM (Dynamic Random-Access Memory – RAM Dinâmica): memórias desse tipo possuem capacidade alta, isto é, podem comportar grandes quantidades de dados. No entanto, o acesso a essas informações costuma ser mais lento que o acesso às memórias estáticas. Esse tipo também costuma ter preço bem menor quando comparado ao tipo estático;

- MRAM (Magnetoresistive Random-Access Memory – RAM Magneto-resistiva): a memória MRAM vem sendo estudada há tempos, mas somente nos últimos anos é que as primeiras unidades surgiram. Trata-se de um tipo de memória até certo ponto semelhante à DRAM, mas que utiliza células magnéticas. Graças a isso, essas memórias consomem menor quantidade de energia, são mais rápidas e armazenam dados por um longo tempo, mesmo na ausência de energia elétrica. O problema das memórias MRAM é que elas armazenam pouca quantidade de dados e são muito caras, portanto, pouco provavelmente serão adotadas em larga escala.

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Como descobrir senhas dos usuários do Windows

Posted by Edgar Junior | Sistemas | quarta-feira 17 fevereiro 2010 10:07 am

Muitos leitores sempre questionam como fazer para descobrir senhas de contas de usuarios no windows, alguns por terem simplesmente esquecido a senha ou por terem comprado um computador usado, que já veio com o Windows repleto de usuários registrados e protegidos por senha (e logicamente não quer formatar a máquina), entao, ai vai uma dica bem interessante para que você consiga descobrir as tais senhas.

(obs: nunca use essa dica para acessar contas alheias, pois, o intuito dessa dica é ajuda-lo caso precise acessar uma conta que você possa nao se lembrar mais da senha, ou salvar a conta de usuario de um cliente, etc.)

Para resolver este problema, basta você ter acesso físico ao computador e utilizar a ferramenta Ophcrak.

O Ophcrak é uma excelente ferramenta, que realizar descoberta de senhas com ataque por criptoanálise Time-Memory Trade-Off, utilizando tabelas Rainbow. Você pode realizar o download Ophcrak em LiveCD, que é uma boa alternativa, pois já vem com tabelas para senhas alfanúmericas com até 14 caracteres e com probabilidade de sucesso de 99%.

Você também pode fazer o download da ferramenta para rodar em Windows, Linux ou Mac OS X e depois baixar as tabelas. Apenas duas tabelas (LM HASH) de tamanhos diferentes estão disponíveis gratuitamente sobe a licença GPL, as demais são pagas, incluindo a tabela (NT HASH) necessária para o Windows Vista. Se você precisa descobrir as senhas do Windows NT, 2000 ou XP, siga os passos abaixo. Neste tutorial explicarei utilizando o LiveCD, que a melhor forma, caso você não tenha mais nenhuma senha de seu Windows:

1. Faça o download do LiveCD

2. Grave a imagem em CD utilizando o seu software preferido. O ImgBurn é uma boa opção free.

3. Faça o boot pelo LiveCD. Ele utiliza a distribuição Linux chamada SLAX.

ophcrack01

ophcrack02

4. Após o boot o Ophcrack será iniciado automaticamente, dependendo da complexidade das senhas, elas poderão ser encontradas em poucos segundos.

ophcrack03

5. Ao finalizar a busca, você verá as senhas encontradas na coluna NTpasswd para o usuário da coluna USERNAME/LMHASH.

ophcrack04

6. Pronto, agora é só reiniciar o Windows e entrar com as senhas que foram encontradas.

Obs: Se a senha for muito complexa, com combinação de letras, números, caracteres especiais, há grande chance de não ser encontrada, portanto, se você quer diminuir a chance de alguém descobrir sua senha pela mesma técnicas deste tutorial, nunca crie senhas pequenas com apenas caracteres e números.

Nem todas as tentativas de recuperação de senhas acontecerão com sucesso,pois, o Ophcrack na versão free, vem com sua tabela padrão, e algumas senhas são complexas demais para essa tabela, é claro que existem tabelas para senhas mais complexas, mas não são de graça.

Como a maioria dos usuários de Windows, ainda utilizam senhas fracas, o trabalho de descoberta se torna muito simples e rápido.

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Saiba Mais sobre Drives

Posted by Wenderson Buzim | Drivers | terça-feira 9 fevereiro 2010 6:59 pm

O que é um Driver?

Driver é um item de software que permite ao Microsoft® Windows® (ou outro sistema operacional) se comunicar com os dispositivos de hardware do seu sistema. Dispositivos como placas de vídeo, placas de som e modems precisam de drivers para funcionar corretamente dentro do Windows. Às vezes, o Windows inclui drivers para dispositivos, mas geralmente os drivers precisam ser baixados e instalados separadamente.

Quando atualizar um driver?

Os drivers e firmware do dispositivo em um computador devem ser atualizados por diversas razões, entre elas:

1. Aprimoramento no desempenho do sistema
2. Correção de riscos à segurança
3. Compatibilidade expandida
4. Recursos adicionais
5. Correção de problemas
6. Conforme indicado pelo artigo da Dell

No entanto, se seu computador estiver funcionando bem e o driver não estiver listado como um download Urgente ou Recomendado, talvez não haja nenhuma razão para atualizar seus drivers. A instalação desnecessária de drivers pode, em alguns casos, criar novos problemas.

Seguem abaixo alguns modelos de Drives e uma breve descrição de suas funções.

Áudio

Os drivers de áudio aumentam ou habilitam a funcionalidade de som, permitindo às portas do alto-falante transmitir sons.

Em geral, os drivers de áudio não podem corrigir problemas de som e de qualidade de som.

Bios

O acrônimo BIOS significa Basic Input/Output System (Sistema básico de entradas e saídas). Quando o computador é iniciado pela primeira vez, o BIOS ativa todo o hardware necessário para a inicialização do computador, incluindo:

1. Chipsets
2. Processadores e caches
3. Memória do sistema
4. Unidades internas
5. Controladores gráficos e de áudio
6. Placas de expansão internas

Após concluir esse processo, o BIOS transfere o controle do computador para o sistema operacional.

CD/DVD

O firmware de CD/DVD aumenta ou expande as funcionalidades de leitura e gravação com mídia.

Em geral, o firmware de CD/DVD pode corrigir problemas de leitura e gravação da unidade.

Chipset

Os drivers de chipset aumentam ou expandem a funcionalidade das portas USB, além de outras funções internas.

Os drivers do leitor da placa de mídia aumentam ou expandem a funcionalidade de leitura e gravação em placas de mídia.

Comunicação

Os drivers de comunicação são para modems internos de 56k e utilitários usados para conexões dial-up, assim como os drivers de banda larga móvel.

Diagnóstico

O diagnóstico ajuda a diagnosticar o mau funcionamento do hardware do computador

Drivers de dispositivos de entrada

Os drivers de dispositivos de entrada destinam-se a teclados e mouses wireless e Bluetooth.

Rede

Os drivers de rede aumentam ou habilitam a funcionalidade de conexão com fio ou wireless.

Unidades SATA

Utilitários de disco rígido para sistema pré-operacional de gerenciamento de armazenamento, e no sistema operacional.

Vídeo

Os drivers de vídeo podem aumentar ou habilitar a funcionalidade de exibição.

Essas são apenas algumas dicas sobre modelo, funcionamento e utilidades de alguns drivers.

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Restaurando uma instalação anterior do Windows em um computador baseado no Windows 7 usando a pasta Windows.old

Posted by Wenderson Buzim | sistemas operacionais | sábado 6 fevereiro 2010 11:50 pm

Este artigo descreve como restaurar manualmente uma instalação anterior do Windows no computador para substituir a instalação atual do Windows 7.

Para fazer isso, você precisa usar o prompt de comando e digitar comandos específicos no prompt para renomear e mover pastas entre as diferentes versões do Windows.

Este artigo destina-se a usuários de computador iniciantes e intermediários.

Etapas para restaurar um computador para uma instalação anterior do Windows após a instalação de uma versão do Windows 7
Talvez seja mais fácil seguir as etapas se você imprimir este artigo.

Etapa 1: Determine se existe uma pasta chamada Windows.old e se há espaço livre suficiente no disco rígido em que está o Windows

1. Clique em Iniciar “ Recolher esta imagemExpandir esta imagem botão Iniciar” e em Computador.
2. No menu Exibir, clique em Detalhes.
3. Na coluna Espaço Livre, observe quanto espaço está disponível no Disco Local (C:) na área Unidades de Disco Rígido.
4. Na área Unidades de Disco Rígido, clique duas vezes em Disco Local (C:) e verifique se a pasta Windows.old existe.

Importante Se a pasta Windows.old não existir, não será possível executar as etapas deste artigo para restaurar a instalação anterior do Windows no computador. Você deve fazer backup e restaurar ou transferir seus arquivos para o sistema operacional anterior.
5. Clique com o botão direito do mouse na pasta Windows.old.
6. O Windows 7 determinará o tamanho da pasta após alguns segundos.

Determine se a pasta Windows.old é menor que o espaço livre disponível para o Disco Local (C:) na etapa 1.2.

Observação Se a pasta Windows.old tiver duas vezes o tamanho do espaço livre disponível para a entrada Disco Local (C:), talvez não seja possível restaurar a instalação anterior do Windows.

Etapa 2: Inicie o Ambiente de Recuperação do Windows

1. Insira o disco de instalação do Windows 7 na unidade de DVD e reinicie o computador.
2. Pressione uma tecla quando for solicitada a reinicialização no disco.
3. Na janela Instalar o Windows, selecione um idioma, uma hora, uma moeda e um método de entrada por teclado ou de outro tipo e clique em Avançar.
4. Na página Instalar o Windows, clique em Reparar o computador.
5. Na janela Opções de Recuperação do Sistema, clique na versão do sistema operacional Windows 7 que deseja reparar e, em seguida, clique em Avançar.
6. Na janela Opções de Recuperação do Sistema, clique em Prompt de Comando.

A janela Prompt de Comando é aberta, exibindo o prompt de comando. O prompt de comando é o local em que você digitará os comandos descritos nas etapas a seguir.

Etapa 3: Mova as pastas do Windows 7 para uma nova pasta do Win7

Observação Ao digitar um ou mais comandos no prompt de comando nas etapas a seguir e pressionar ENTER, talvez você receba a seguinte mensagem:

O sistema não pôde encontrar o arquivo especificado.

Se você receber essa mensagem, vá para a próxima etapa dessa seção e digite o comando na próxima etapa.

Digite os seguintes comandos e pressione ENTER após cada comando:

C:

Md Win7

Move Windows Win7\Windows

Move “Program Files” “Win7\Program Files”

Move Users Win7\Users

Attrib –h –s –r ProgramData

Move ProgramData Win7\ProgramData

Rd “Documents and Settings”

Etapa 4: Copie ou mova o conteúdo da pasta do Windows.old

Observação Ao digitar um ou mais comandos no prompt de comando nas etapas a seguir e pressionar ENTER, talvez você receba a seguinte mensagem:

O sistema não pôde encontrar o arquivo especificado.

Se você receber essa mensagem, vá para a próxima etapa dessa seção e digite o comando na próxima etapa.

Digite os seguintes comandos e pressione ENTER após cada comando:

move /y c:\Windows.old\Windows c:\

move /y “c:\Windows.old\Program Files” c:\

move /y c:\Windows.old\ProgramData c:\

move /y c:\Windows.old\Users c:\

move /y “c:\Windows.old\Documents and Settings” c:\

Etapa 5: Restaure o setor de inicialização da instalação anterior do Windows

Digite um dos seguintes comandos no prompt de comando, conforme for adequado à situação.

Observação: Nos comandos a seguir, D: representa a unidade de DVD. Se a unidade de DVD no computador for representada por outra letra, como E:, use essa letra no comando.

* Caso a instalação anterior do Windows tenha sido do Windows Server 2003, do Windows XP ou do Microsoft Windows 2000

Digite o seguinte comando e pressione ENTER:

D:\boot\bootsect /nt52 c:


* Caso a instalação anterior do Windows tenha sido do Windows Vista

Digite o seguinte comando e pressione ENTER:

D:\boot\bootsect /nt60 c:

Etapa 6: Restaure o arquivo Boot.ini da instalação anterior do Windows XP ou do Windows 2000

Observação Siga estas etapas somente quando a instalação anterior for do Windows XP ou do Windows 2000.

Digite os seguintes comandos e pressione ENTER após cada comando:

Attrib –h –s –r boot.ini.saved

Copy boot.ini.saved boot.ini


Etapa 7: Feche a janela Prompt de Comando e clique em Reiniciar

1. Digite o seguinte comando no prompt de comando e pressione ENTER:

exit


2. Clique em Reiniciar para reiniciar o computador.

Observação Depois de verificar se o Windows XP está funcional, será possível remover a pasta C:\Win7 se ela não for mais necessária para recuperação de dados.

A informação contida neste artigo aplica-se a:

* Windows 7 Enterprise
* Windows 7 Home Basic
* Windows 7 Home Premium
* Windows 7 Professional
* Windows 7 Starter
* Windows 7 Ultimate

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Windows 7 e seus recursos que facilitam a montagem de rede domestica, e de pequena empresa.

Posted by Edgar Junior | Notícias | sábado 6 fevereiro 2010 7:17 pm

Ferramentas do novo sistema operacional da Microsoft facilitam a configuração e o uso de redes de PCs por quem não é técnico.

Seja em casa ou no escritório, as conexões em rede hoje estão em todo lugar, e a Microsoft não deixou esta questão de lado ao incorporar uma variedade de novas ferramentas de rede no Windows 7 que simplificam a conectividade e ajudam os usuários a acessar os recursos de rede não importando sua localização.

A seguir separamos algumas das inovações da Microsoft, no que diz respeito às ferramentas de rede para os usuários finais e que estão disponíveis no novo sistema operacional.

HomeGroup
Com o Windows 7, a Microsoft introduz o conceito de HomeGroup, dedicado aos usuários finais e trabalhadores autônomos e que tem duas funções:

(1) facilitar o compartilhamento de arquivos e recursos entre computadores em rede
(2) proteger arquivos e recursos compartilhados de eventuais invasores de uma rede sem fio

Um número cada vez maior de residências já possui mais de um computador – às vezes um desktop e um notebook, ou mesmo dois computadores portáteis. Conectá-los em rede permite o compartilhamento de recursos – a impressora, por exemplo – e de conteúdo multimídia (música, vídeos e imagens). A possibilidade de criar uma rede local já existia no Windows, mas nunca foi uma ferramenta simples de usar. Com o Windows 7 isso ficou muito mais simples.

img01.jpg

Janela de configuração do HomeGroup

Ao abrir o HomeGroup a partir do Painel de Controle, clique em Criar uma HomeGroup para iniciar o processo. Você pode determinar que tipos de arquivo ou de conteúdo se quer compartilhar com o HomeGroup, marcando ou desmarcando as opções existentes. Clique em Avançar para finalizar a criação do HomeGroup.

O Windows 7 irá automaticamente gerar uma senha que todos os outros usuários devem fornecer para entrar no HomeGroup e compartilhar recursos que foram definidos. Anote-a em um lugar seguro. Ele deve ser usada em cada um dos computadores da rede.

img02.jpg

Janela com senha gerada pelo Windows 7, para compartilha a rede

Infelizmente, o recurso HomeGroup não pode ser criado a partir de um PC com a versão Windows 7 Starter ou Windows 7 Home Basic. Mas qualquer computador que estiver rodando outra versão do Windows 7 pode se juntar a um HomeGroup. Já sistemas com o Windows XP ou Vista também ficam de fora desta rede.

Além de facilitar no compartilhamento de arquivos e recursos, a ferramenta permite que o usuário convide outras pessoas para se conectar a sua rede wireless, possibilitando que esses convidados também vejam seus recursos compartilhados.

URL baseada em QoS
Não importa a largura de banda de rede se tenha, definitivamente este é um recurso limitado. Quanto mais usuários estiverem usando a rede simultaneamente ou sua capacidade for usada para transmissão intensa de dados (como streaming de áudio e vídeo e alguns jogos online), maior a possibilidade de a capacidade da rede diminuir o que irá forçar o roteador a colocar os dados em fila. O resultado disso é uma comunicação ainda mais lenta.

Mesmo que a capacidade interna da rede tenha sido alcançado, essas filas de dados costumam ocorrer nos pontos onde a rede interna se encontra com a rede externa (internet). A rede de dados interna pode estar operando com velocidade de 1 Gbps, mas a conexão com a internet pode estar limitada a 10 Mbps, ou até menos, dependendo do seu plano de dados contratado.

Nessas situações, os pacotes de dados formam filas e são liberado pelo roteador em ordem de chegada (o primeiro pacote que chega é o primeiro pacote a ser transferido) conforme a banda para conexão externa fique disponível.

imagem de rede

Esquema de funcionamento do QoS

Porém, nem todos os destinos de rede são criados ou tratados da mesma forma. Requisições para o servidor de uma aplicação, usada para processar ordens ou dados enviados para um banco de dados crítico, devem ter preferência sobre o tráfego destinado ao Google ou Facebook, por exemplo.

A maioria dos roteadores atuais, com ou sem fio, oferecem recursos que possibilitam a priorização de determinados tipos de dados, processo denominado QoS (sigla em inglês para Qualidade de Serviço). Na prática, o que se está dizendo é que o roteador deverá dar tratamento preferencial para determinados dados, colocando outros, menos importantes, no final da fila, isso quando um possivel congestionamento de dados ocorre.

O QoS também pode ser tratado pelo sistema operacional para garantir que dados mais importantes tenham tratamento prioritário, atribuindo a eles um número DSCP (Differentiated Services Code Point) que será usado pelo roteador para identificar tais pacotes de dados.

Quando a rede fica lenta e uma fila de dados começa a se formar, a funcionalidade de tratamento de dados por ordem de chegada é ignorada e os dados marcados como prioritário sáo enviados primeiro.

A funcionalidade QoS já poderia ser encontrada nas antigas versões do Windows, mas requereria que a prioridade fosse definida com base em endereços IP e números de portas específicos.

O problema desse método é que muitos websites podem usar o mesmo endereço IP ou um website específico ter múltiplos endereços IP, dificultando a utilização do QoS.

A Microsoft adicionou no Windows 7 a possibilidade de configurar o QoS com base em URLs. Agora, é possível assegurar que o tráfego destinado a uma aplicação na intranet ou para endereços web importantes sejam processados antes do tráfego de baixa prioridade, dispensando a necessidade de configurar endereços IP e ou números de portas para determinados destins na web.

Essa funcionalidade pode inclusive ser utilizada para fazem o contrário, diminuindo intencionalmente a prioridade de sites que não relacionados ao trabalho do usuário (no caso de empresas), como sites de esportes ou redes sociais. Basta assimilar estas URLs à baixa prioridade, e esses sites serão liberados com menor urgência do que em um tráfego normal.

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Conhecendo um pouco mais sobre a Tecnologia Wireless!

Posted by Wenderson Buzim | Redes | sexta-feira 5 fevereiro 2010 10:39 pm

O que é Wireless?

Para os fins deste documento, o termo Wireless é definido como a transferência de informações de um computador, Personal Digital Assistant (PDA) ou SmartPhone para outro dispositivo por meio de ondas de rádio em vez de fios.

A onda de rádio é modulada da mesma maneira que os sinais de televisão e FM para transportar informações pela onda.

Para comunicação com computadores, PDAs ou SmartPhones, a distância geralmente será pequena (menos de 200 pés ou 60 metros).

Para adaptadores de redes de banda larga móvel (celulares), a distância dependerá do terreno e do número de torres de celular presentes nas redondezas.

Quais são os diferentes tipos de tecnologia wireless?

Há vários tipos diferentes de dispositivos wireless que usamos todos os dias e nem notamos. Telefones celulares, telefones sem fio e controles remotos para TVs são apenas alguns dispositivos do nosso dia-a-dia que utilizam tecnologia wireless. Podemos usar a tecnologia wireless para computadores com a mesma facilidade, desde que ela seja configurada corretamente. No restante do documento, o termo Wireless se refere à tecnologia wireless para computadores.

A tecnologia wireless para computadores é dividida em tipos diferentes. Cada tipo de tecnologia wireless é abordado em uma seção diferente. Cada tecnologia tem seus próprios usos, processos e padrões. Veja abaixo uma lista das diferentes tecnologias que serão abordadas, com uma breve explicação de cada uma.

* Rede local wireless – também chamada de WLAN ou Wi-Fi. Este tipo de tecnologia wireless é usado para acessar a Internet e conectar outros dispositivos, como computadores, PDAs, SmartPhones e impressoras, apenas para citar alguns.

* Bluetooth® – a tecnologia Bluetooth é uma tecnologia wireless de pequeno alcance, usada para conectar dispositivos que estão bem próximos (30 pés ou 10 metros). Esta tecnologia é usada para conectar dispositivos como teclados, mouses, fones de ouvido estéreo, PDAs e SmartPhones Bluetooth. Muitas pessoas já usam esta tecnologia para conectar fones de ouvido wireless a telefones celulares.

* Banda larga móvel – também chamada de WWAN (rede de longa distância sem fio). A rede móvel de banda larga usa o serviço de celular para fornecer acesso à Internet. A tecnologia de banda larga móvel é usada em telefones celulares que podem se conectar à Internet. Ela requer um serviço de celular habilitado para dados que não está disponível em todas as regiões.

* USB wireless – esta tecnologia tornou-se disponível recentemente. Permite a conexão sem fio de um computador a um hub USB wireless. Os dispositivos USB são então conectados ao hub USB wireless e o hub funciona como uma ponte. O alcance é muito pequeno (10 pés/3 metros).

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks

Microsoft facilita correção de bugs no Windows: programa corrige automaticamente

Posted by Edgar Junior | Notícias | quinta-feira 4 fevereiro 2010 6:15 pm

Problemas com softwares são comuns, especialmente devido conflitos e aplicações de terceiros que modificam coisas diversas. Para solucionar vários problemas comuns no Windows, a Microsoft tem páginas de suporte com instruções detalhadas. Boa parte dos usuários mais leigos nunca chegam até elas porque simplesmente não procuram, acabam pedindo ajuda em fóruns ou para amigos, ou convivendo com o problema por um bom tempo. As instruções geralmente são de modificação de chaves e valores no registro ou comandos com alguns parâmetros a serem dados no “Executar”.

No final do ano passado a MS começou a investir numa novidade que facilita muito a vida dos iniciantes. Em várias páginas de suporte há um botão “Fix it – Corrigir o problema”, que baixa um arquivo que faz a correção automaticamente. Afinal, clicar em algo e deixar ele fazer a coisa sozinho é comum no Windows. Ele está em cerca de 100 páginas atualmente, e deverá ser adicionado em mais.

b1307-fixit

Além dos iniciantes, isso facilita bastante a administração do tempo de amigos e solucionadores de problemas dos desesperados. Alguns exemplos que já possuem o botão “mágico” são: O ícone do Internet Explorer está faltando na sua área de trabalho e Mensagem de erro ao tentar usar o Microsoft Streets e Trips 2008: “não foi possível baixar, informações de construção para rotas”.

Muitos nessas horas se perguntam: “porque isso não foi feito antes?”. Afinal já era comum desde os primórdios do Windows 9x/NT4 pessoas curiosas disponibilizarem hacks, scripts e arquivos .reg (exportados do registro) para corrigir problemas.

“QUE O WINDOWS FACILITE AS COISAS CADA VEZ MAIS PRA NÓS”…

Compartilhe com seus amigos:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Rec6
  • RSS
  • Technorati
  • email
  • Twitter
  • BarraPunto
  • Yahoo! Bookmarks
Resume Station wordpress theme