Vem ai o HD da Seagate de 500 GB, o Barracuda 7200.12

Posted by Rubens Leme | Armazenamento | quarta-feira 7 janeiro 2009 11:05 am

Seagate anunciou o HD Barracuda 7.200.12, uma série de unidades de 3,5 polegadas que a empresa irá colocar no mercado, com capacidade de 500 GB para atender a crescente demanda por mais espaço exigida pelo consumidor.
Estes novos HDs Barracuda uma alteração da densidade de 329 GB por polegada quadrada. Teoricamente, isso significa que o disco terá um melhor desempenho, enquanto que consomem menos energia. Seagate alega por escrito uma velocidade de 160 MB / seg.. em 1 TB SATA2.

A Seagate Barracuda 7200,12 linha também irá receber um modelos 750 e 500 GB. Estes apresentam 32 ou 16 MB de memória cache.

Todos os novos discos rígidos Seagate tem um prazo de três anos de garantia.

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Como funcionam sistemas de arquivos Fat16, Fat32 e NTFS.

Posted by Rubens Leme | Armazenamento | quinta-feira 25 setembro 2008 11:31 am

O sistema de arquivo foi um meio encontrado para dar autonomia ao sistema operacional de preparar o HD de forma a aproveitar o máximo de seus recursos, possibilitando que o mesmo saiba exatamente onde está cada arquivo armazenado.

Na maioria das vezes, um disco é dividido em pequenas porções chamadas setores. Dentro de cada setor cabem 512 bytes de informação. Multiplicando-se o número total de setores de um disco por 512 bytes, teremos a sua capacidade de armazenamento.

O sistema de arquivos FAT-16

O sistema de arquivos utilizado pelo MS-DOS chama-se FAT-16. Neste sistema existe uma Tabela de Alocação de Arquivos (File Allocation Table, FAT) que na verdade é um mapa de utilização do disco. A FAT mapeia a utilização do espaço do disco, ou seja, graças a ela o sistema operacional é capaz de saber onde exatamente no disco um determinado arquivo está armazenado.

Existem várias posições na FAT, sendo que cada posição aponta a uma área do disco. Como cada posição na FAT-16 utiliza uma variável de 16 bits, podemos ter, no máximo, 216 = 65.536 posições na FAT. Como em cada setor cabem apenas 512 bytes, concluímos que, teoricamente, poderíamos ter discos somente de até 65.536 x 512 bytes = 33.554.432 bytes ou 32 MB.

Por este motivo, o sistema FAT-16 não trabalha com setores, mas sim com unidades de alocação chamadas clusters, que são conjuntos de setores. Em vez de cada posição da FAT apontar a um setor, cada posição aponta para um cluster, que é um conjunto de setores que poderá representar 1, 2, 4 ou mais setores do disco.

Tamanho do Cluster Capacidade Máxima de Armazenamento

2 KB       128 MB
4 KB       256 MB
16 KB      1  GB
32 KB      2  GB

O sistema de arquivos FAT- 32

O sistema de arquivos FAT 16 (File Allocation Table 16) não suporta partições maiores do que 2 GB. Já o FAT 32 (File Allocation Table 32) suporta partições de até 32 GB. Outra limitação do FAT 32 está no tamanho máximo dos arquivos que não pode ultrapassar 4 GB menos 1 byte. Essas duas limitações, especialmente a última, motivaram a Microsoft a desenvolver o formato NTFS que permite partições muito maiores e tamanhos de arquivo mais adequado ao uso de mídia e sistemas maiores.

A limitação para 32 GB é descrita pela Microsoft como um limite de design do FAT 32. Entretanto, em teoria, o FAT 32 permitiria partições de até 8 Terabytes. Existem softwares alternativos que lhe permitem formatar partições em FAT 32 até 2 Terabytes.

O sistema de arquivos NTFS

O NTFS (New Technology File System) é o sistema de arquivos da Microsoft utilizado em todas as versões do sistema operacional Windows NT desde o 3.1. Desenvolvido inicialmente para servidores, o NTFS possui características importantes, que permitem ao Windows implementar uma série de noções originadas no UNIX, tal como a de sistema operacional multi-utilizador.

Do ponto de vista de um usuário, o NTFS continua a organizar arquivos em diretórios que, como no HPFS, seu antecessor, são classificados. Entretanto, diferente da FAT ou do HPFS, não há objetos “especiais” no disco e não há dependência do hardware subjacente, como os setores de 512 bytes. Além disso, não há locais especiais no disco como as tabelas da FAT ou os Super Blocks do HPFS.
A Confiabilidade, que é especialmente desejável para sistemas de ponta e servidores de arquivos, suporte de requisitos do padrão POSIX, plataforma para funcionalidade adicionada e a remoção das limitações dos sistemas de arquivos FAT e HPFS. Sempre foram objetivos almejados pela Microsoft no desenvolvimento do Sistema de Arquivos NTFS

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Quais as vantagens do SSD para os HDs tradicionais.

Posted by Rubens Leme | Computador | quinta-feira 21 agosto 2008 4:08 pm

Como não necessita de motores ou partes móveis, os dispositivos SSD são mais rápidos e confiáveis do que os tradicionais discos rígidos, os HDs. Outra vantagem é o fato de esquentar menos e não emitir ruídos, ao mesmo tempo em que são mais confiáveis e resistentes a choques mecânicos.

Graças, principalmente, ao seu alto desempenho e menor consumo de energia, a tecnologia SSD está começa a ganhar espaço. Por outro lado, os tradicionais HDs também evoluem, atingindo capacidades elevadas, como 1 Terabyte (1 Terabyte = 1000 Gigabytes), e com maiores velocidades, tendo, em algumas situações, desempenho semelhante aos discos SSD. Outro ponto positivo dos discos rígidos comuns é seu preço. Enquanto um HD tem custo inferior a R$ 1 por MB, os SSD de 64GB custam mais de US$ 200 no exterior.

Portanto, você deve analisar antes de fazer a sua escolha. Se sua preferência for um laptop, por exemplo, onde os pontos mais comentados são a duração da bateria e a economia de espaço, optar pelo SSD pode ser vantajoso.

Em resumo, podemos falar sobre discos SSD:
Vantagens: ausência de ruídos e partes móveis; Alta velocidade de acesso aos dados; Grande redução na temperatura, que dispensa o uso de ventoinhas extras em seu gabinete; Menor consumo de energia.

Desvantagens: preços ainda elevados; Capacidade de armazenamento inferior aos HDs atuais.

Leia Também:

Microsoft busca parceria com samsung para windows ficar mais rapido nos SSD.

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RAID da maior confiabilidade ao seu HD e menos dor de cabeça.

Posted by Rubens Leme | Notícias | sexta-feira 16 maio 2008 12:19 pm

De repente, sem qualquer sinal de aviso, o disco rígido do seu computador começa a apresentar problemas e trava. Você tem motivos para ficar preocupado, pois há a possibilidade de não dar para se recuperar o que você necessita.

Para se evitar problemas como estes em empresas, já é adotada há bastante tempo, uma técnica de espelhamento de dados conhecida como RAID (Redundant Array of Inexpensive Disk) que em português significa “Conjunto Redundante de Discos de Baixo Custo”. Devido ao barateamento dos HDs (Discos Rigidos) muitos usuários domésticos e de pequenas empresas já estão adotando esta técnica em seus computadores.

Esta tecnologia consiste em duplicar todos os dados ou somente alguns deles, como serão explicados mais à frente, para garantir a confiabilidade das informações em caso de pane.

Existem varias técnicas de RAID identificadas por níveis. Os mais comuns são 0, 1, 3, 4, 5. Estas técnicas são implementadas de acordo com a necessidade de cada usuário ou empresa para garantir o melhor e mais rápido retorno à normalidade em caso de pane.

Antes de continuarmos falando de RAID e explicar os conceitos sobre a implementação desta tecnologia vejamos o funcionamento interno de um HD.

O HD por dentro:

Saber o funcionamento de um disco rígido ajuda na escolha da implementação do melhor modelo de RAID para seu problema.

Os discos rígidos são formados por três partes principais: os discos magnéticos, uma cabeça de leitura e um braço que une todas as cabeças. Sendo assim ao contrario do que se imagina o disco rígido é composto de vários discos e não somente de um.

Tipos de RAID:

Existem muitos tipos de sistemas de arquivo (FAT32, EXT2, NTFS, apenas para citar alguns), podemos contar com diversos tipos de RAID como foi dito anteriormente e a partir de agora vou detalhá-los um pouco mais.

RAID

RAID 0: Muitos administradores atribuem erroneamente o termo RAID 0. Isto porque ele não oferece a redundância que foi mencionada anteriormente mas sim e apenas um seqüenciamento de discos. Veja o exemplo:

Se você tem um disco A e um disco B e o primeiro deles estiver cheio, um sistema RAID 0 poderá continuar a gravação no segundo disco de forma transparente para o usuário.

RAID 1: É um dos modelos mais usados na atualidade. Consiste no espelhamento dos dados de um disco rígido em um segundo HD. Desta forma pra cada BIT que é gravado no disco A, outro é automaticamente copiado para o disco B. Se uma perda de dados ocorrer, basta restaurar o disco-espelho e pronto: tudo volta a ser como antes.

RAID 3, 4 e 5: São modelos de RAID bem mais sofisticados e trabalham com os chamados bits de paridade. Sempre que uma solicitação de E/S (Entrada ou Saida) é feita a um disco, ela é espalhada pelos demais HDs do conjunto. Cada disco conta com uma fórmula matemática para reconstrução dos dados dos demais, de forma que, em caso de pane, a recuperação possa ocorrer de forma transparente. A diferença entre as três versões é a maneira como estes bits são gravados no disco.

Escolha o melhor tipo de RAID e aguarde a próxima matéria onde explicarei como implementá-lo no Windows XP

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